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Viver em comunidade é um desafio e sempre será, independente de ser uma comunidade cristã ou não. O grande perigo que tenho observado é a “migração” de muito cristãos, que durante muitos anos envolveram-se demais com suas igrejas, deixando projetos pessoais, família, amigos e lazer de lado, muitas vezes em obediência “cega” aos pastores que pedem muito mais que oferecem. Esses cristãos, hoje, estão esgotados, frustrados, muitos com seus lares fragmentados, sua vida profissional enfraquecida e vazio espiritualmente. Ao buscar uma nova igreja e um novo estilo de vida, migram para um outro pólo, ou seja, agora não querem compromisso com a igreja e em nome dessa nova vida não se envolvem, deixam de ser abençoados e de abençoar. Saíram de um ativismo “demoníaco” que suga e enfraquece para entrar numa estagnação “demoníaca” onde agora só pensam em si e nos seus, culpam a Deus pelo que vivenciaram e têm “fobia” de trabalhar ou assumir compromisso em suas novas igrejas. No passado colocaram “o pastor” no lugar de Deus e hoje colocam a si mesmos. Que Deus tenha misericórdia de nós, pois “aquele que se acha de pé, cuide para que não caia”.
Pr. Fernando Pinto
#porquepensardoi

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